22 de Janeiro de 2019
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O Espírito sopra em casas cheias
Festas do Império do Divino Espírito Santo
Duas procissões, dois bodos, a mesma devoção. O Espírito soprou em Atalaia e no Pereiro, reavivando tradições e produzindo momentos de muita beleza. A reter, mais uma vez, a entrega e congregação da comunidade, a dignidade, cuidado estético e hospitalidade dos envolvidos.

   O envolvimento local com as Festas do Império do Divino Espírito Santo levou-as já, este ano, a Aldeia Galega, Atalaia e Pereiro. No último fim-de-semana, o Espírito soprou duas vezes.

   Cortegana, salão nobre da junta de freguesia, abertura com algumas alocuções acerca da história e significado das festas. Depois, um momento de teatro – com a lenda da Rainha Santa Isabel e a fundação da Casa do Espírito Santo de Alenquer, pelo Teatro da Biblioteca, da Labrugeira. Salão cheio.
Também cheia a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Pereiro, que noutros tempos teve por nome e invocação o Espírito Santo. Cheia de gente e de luz. Missa às três horas, co-celebrada pelo pároco da freguesia, Rui Louro, e por um filho da freguesia, o padre Rui Cantarilho. Flores vermelhas decoravam a igreja, cuja singeleza sobressai e encanta.

   Cortegana: saída em procissão a partir do largo da junta. Insígnias na frente: bandeira ao alto, pertencente à paróquia da Ventosa e acabada de restaurar para as festas, e coroa de Alenquer. Cânticos alusivos ao culto acompanharam o percurso até à Igreja do Espírito Santo de Atalaia. Outra casa cheia. À passagem, colchas nas janelas e varandas.

   No Pereiro, as capas vermelhas também saíram à rua. Insígnias na frente: com a coroa dourada a sobressair no vermelho do estandarte criado para a ocasião e uma outra, prateada e a três dimensões, sobre a almofada transportada por um rapaz da terra. O “Padre Nosso” escoltou o caminho. O regresso foi marcado pela interpretação de “Tui Amoris Ignem”, pelo Coro da Associação dos Trabalhadores do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), que foi provocando arrepios a quem entrava na igreja, de tão mágica.

   Em Atalaia, bodo concorrido e servido no magnificamente decorado largo da igreja: sopa de carne, pão, vinho, tremoços, entradas de enchidos e doces. O bodo foi oferecido, e exemplarmente servido, pelo restaurante “Páteo Velho” e pela população. Largo cheio, mais uma vez.

   No Pereiro, repete-se a ementa – bodo na junta, resultado do excelente trabalho dos fregueses. “A população está a reavivar as antigas tradições”, disse o presidente da junta, José João Grácio. “É gratificante (…) o factor da união – o facto de as pessoas se encontrarem, se reunirem (…), de trabalharem.”

   No dia 29, nova Festa da Solidariedade, em Aldeia Gavinha. O Espírito sopra onde quer.
24-04-2012 Fonte: CMA
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