20 de Novembro de 2017
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Segunda edição de LiterAL: respeito, liberdade e memória
No Museu João Mário, em Alenquer, a 21 de outubro
"Do berço à idade do armário"
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O registo foi o de descontração. Este “encontro literário de Alenquer”, expressão usada por quem se ocupou da sua organização – os técnicos da biblioteca municipal e os elementos da AlemCriativos –, dividiu-se em três painéis temáticos e algumas apresentações. As conversas fluíram entre os convidados e foram igualmente leves os momentos artísticos.

O LiterAL começou com música, pela mão de Daniel Oliveira, maestro alenquerense, e alguns dos seus alunos. Logo depois, a leitura dos textos da Maria Inês, de sete anos, e da Simone, de 13 – cujo gosto pela literatura é já vincado. Ligação feita para o primeiro painel: “do berço à idade do armário”, com as escritoras Ana Meireles e Margarida Fonseca Santos e a ilustradora Carla Nazareth. A moderar, Manuela Ribeiro – autora de livros juvenis e professora.

As perspectivas foram confluentes: as boas histórias para os mais novos são literatura para todas as pessoas, pequenas e grandes. Não há temas proibidos ou emoções que se não possam visitar. A cor ou a falta dela são escolhas válidas. Essencial é que nasçam do respeito pela intelectualidade e sensibilidade dos leitores.

Depois de almoço, as “Letras em Movimento” de Maria Eugénia Ponte e Clayton Santiago abriram caminho para o painel “Em defesa do género literário”. Os escritores Isabel Stilwell, Emanuel Lomelino, Jaime Rocha e Carlos Ademar, no papel de moderador, conversaram sobre prosa, poesia e teatro. Comum a estes três géneros a liberdade de escolher o que dizer e como, sem restrições, sem fórmulas e sem deixar que a ideia do destinatário interfira com o que se deita no papel.

A Trupe de Teatro Os 4 e o Burro recriou o ambiente das antigas tabernas de Alenquer para introduzir o tema final. “Alenquer, memórias impressas” teve como foco o relato histórico. Os autores Alberto Santos, Filipe Rogeiro e José Leitão Lourenço falaram de fontes, métodos e critérios na criação de livros. A conversa foi conduzida por Luís Figueiredo, alenquerense formado em História. Alenquer foi apresentada como um inesgotável objeto de estudo: com o arquivo municipal, inúmeros arquivos públicos centrais – como a Torre do Tombo –, e particulares, imprensa local, fotografias antigas e fontes orais como sustentação.

As palavras cantadas pela fadista Tina Colaço, que foi acompanhada à viola por Fernando Santos, encerraram a segunda edição do LiterAL.
26-10-2017 Fonte: CMA
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