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Colóquio Ambiental da Região Oeste: estratégias municipais
26 de maio
Carlos Martins e Pedro Folgado na sessão de abertura do colóquio
Encontro contou com as intervenções do secretário de Estado do Ambiente, de representantes da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR), da empresa EGF - Environmental Global Facilities; a Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM) esteve representada pelo seu presidente e anfitrião do colóquio, o edil alenquerense, e por outros quatro presidentes de câmara.

O painel dedicado às Estratégias Municipais ocupou a segunda parte do colóquio – a tarde de sexta-feira, 26 de maio. Os presidentes das câmaras de Arruda dos Vinhos, do Cadaval, de Peniche e de Torres Vedras e um técnico da câmara de Alenquer falaram da situação destes concelhos no que toca a resíduos e de projetos e expectativas futuros. A moderação foi conduzida pela vereadora responsável pela pasta das políticas ambientais em Alenquer.

José Bernardo Nunes, autarca cadavalense, foi o primeiro a intervir. Descreveu o Cadaval como um concelho rural e “que faz questão de o ser”. Explicou que as culturas de pera rocha e de uva são predominantes e que questões relativas a resíduos levantam – como o facto de, na época de colheita de pera, se juntarem aos 15 mil habitantes outras oito a 10 mil pessoas durante duas semanas, por exemplo. Caracterizou a situação presente em termos de recolha seletiva e de resíduos indiferenciados, falou em compostagem e referiu-se ao Montejunto e ao enoturismo como áreas a descobrir.

Paulo Marques, chefe da divisão de Ambiente e de Conservação da Natureza do município de Alenquer, começou por abordar a dicotomia entre as áreas rural e urbana do concelho e as dificuldades por ela impostas, mostrando os dados que comprovam as assimetrias relativas aos diferentes tipos de resíduos recolhidos. Frisou a importância das ilhas ecológicas, da desejada recolha porta-a-porta e da sensibilização dos mais novos para os assuntos verdes, enumerando as ações levadas a cabo junto dos alunos do concelho.

Carlos Bernardes, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, discorreu sobre a a ideia de intermunicipalidade quanto à recolha e tratamento de resíduos – lembrada pela moderadora. Salientou que a sistematização do trabalho tem de ser objetivada e que melhor será a 12 – referindo-se aos municípios que compõem a OesteCIM. Falou no percurso de Torres Vedras e nas distinções conseguidas quanto à qualidade das praias, gestão de resíduos e mobilidade. E frisou a importância da educação e do incentivo à economia e construções sustentáveis como garante de um futuro mais verde.

André Rijo, edil de Arruda dos Vinhos, partiu da ideia de equilíbrio para aquele concelho apoiando-se nos estudos de sustentabilidade impulsionados pelo crescimento da sua população residente em 29 por cento. Enunciou, depois, os desafios ambientais que representam o tratamento de águas residuais, a recolha de resíduos, a agregação e manutenção dos sistemas associados aos pontos anteriores, a eficiência energética ou a uniformização dos operadores de gestão de resíduos – desafios a que chamou de primeira geração, mas que fazem parte de “um caminho feito sustentadamente e com o apoio da OesteCIM”.

António José Correia, autarca de Peniche, voltou à intermunicipalidade – ideia que lhe merece um parecer positivo. Apoiou a sua explanação na Magna Carta do desenvolvimento de Peniche, um documento que traça objetivos para o decurso de 20 anos naquele concelho, através de um diagnóstico, de uma visão de futuro nascida de ateliês prospectivos e do traçar de formas de atuação condizentes. Referiu-se à sustentabilidade e ao mar como factores indissociáveis no sucesso do plano e no respeito integral pelo segundo no que toca aos recursos, mas também às potencialidades.

Durante a manhã foram apresentados o Plano Nacional de Gestão de Resíduos 2014-2020 e as Estratégias 2020 Oeste Portugal – documento produzido pela OesteCIM – e discutidas as perspectivas da APA, da ERSAR e da EGF - Environmental Global Facilities. Este último painel foi moderado por Célia Ferreira, docente da Escola Superior Agrária de Coimbra e especialista na temática dos resíduos.
31-05-2017 Fonte: CMA
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