17 de Novembro de 2017
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OTL podia durar “mais uma ou duas semanas”
Investimento na área da Juventude
Duas das participantes
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Diogo, Leonor, Márcia, Patrícia, Rita e Tânia são seis dos quase 50 participantes no programa de Ocupação de Tempos Livres (OTL) da câmara de Alenquer. Nos meses de julho e agosto, vários serviços da autarquia, escolas de Abrigada e de Alenquer, biblioteca, Museu do Vinho e Complexo Municipal Victor Santos acolheram os novos trabalhadores.

O programa, que noutros tempos decorreu sob a alçada do Instituto Português da Juventude e é agora uma iniciativa do município, convida os estudantes do concelho com o 3.º ciclo de escolaridade concluído e idades compreendidas entre os 15 e os 25 anos a trabalhar durante a pausa letiva do verão. Preencher o tempo é um dos objetivos, mas os exemplos de rotina funcional podem ajudar a moldar vocações e a descobrir capacidades.

Patrícia, de 15 anos, diz ter confirmado "a ideia que tinha sobre o trabalho" na biblioteca de Alenquer. Já Rita e Tânia, de 15 e 16 anos, "tinham ideia do trabalho [nas piscinas], mas faz-se muito mais” do que pensavam. Todos repetiriam a experiência e não se importavam de juntar mais uma ou duas semanas à quinzena de turno.

Para Leonor, de 15 anos, que tratou de assuntos administrativos na Escola Básica Integrada de Abrigada, a OTL deu até para “espairecer”, saindo de casa para três horas de trabalho diárias que, conclui Márcia, de 17 anos, “não cansam e ainda fica tempo livre”. Os cerca de 90 euros de salário – ou, por outras palavras, a comparticipação financeira atribuída pelo município – foram, também, um atrativo, mas não mereceram a maior fatia de atenção durante as conversas com os participantes. Rita diz ter feito “amigos para a vida” e que a experiência a levou a ganhar confiança; Tânia achou o trabalho “divertido” e gostou da proximidade que se estabeleceu entre colegas e com os utentes das piscinas – “toda a gente falava connosco”. Diogo, de 18 anos, também destacou o lado humano: “o aconselhar os miúdos” que participaram em atividades da biblioteca nos 15 dias em que lá trabalhou.

Nenhum dos seis sentiu dificuldades de adaptação e todos falaram no ambiente descontraído em que se inseriram. As responsabilidades não pesaram, garantem.

O processo de candidatura e seleção decorreu em junho e os candidatos assinalavam a sua preferência quanto às tarefas a desempenhar. As normas fixavam como critérios de seleção o interesse manifestado por um dado projeto, a adequação do perfil individual à atividade a desenvolver, a proximidade entre residência do candidato e local de trabalho ou o número de inscrições no programa.
08-09-2017 Fonte: CMA
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