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| Comemorados os 800 anos do foral de D. Sancha
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| Exposição, sessão comemorativa, colóquio, inauguração da Alameda Rainha D. Sancha, ceia medieval
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Saibam todos que eu a rainha D. Sancha, filha d'el-rei D. Sancho, que foi filho de Afonso I, rei de Portugal, pela graça Deus, senhora do castelo chamado Alenquer, de minha espontânea vontade, bom ânimo e íntimo amor do coração, dou e concedo ao sobredito castelo e a todos os seus habitantes tanto presentes como futuros, bom foral (…).
No dia 2 de junho, sábado, foi assinalada a passagem de 800 anos sobre a concessão de um foral pelas mãos de D. Sancha a Alenquer. Cópia do documento foi mostrada, pela primeira vez, na exposição criada pelo Arquivo Histórico Municipal e pelo Museu Municipal Hipólito Cabaço e disposta no átrio dos paços do concelho. Patente até 29 de junho, enuncia, também, os dados biográficos da donatária e a cronologia de Alenquer na época. Depois de inaugurada a exposição, cujo conteúdo contextualizava o programa daquela tarde, teve início uma sessão comemorativa na sala Dr. Teófilo Carvalho dos Santos, conduzida pelo presidente da assembleia municipal, Fernando Rodrigues, e pelo presidente da câmara, Jorge Riso. Nesta se inseria um colóquio – “Alenquer – 800 anos do foral de D. Sancha”. Como moderador, Filipe Soares Rogeiro, do arquivo municipal, e como oradores José Leitão Lourenço, com a comunicação “O Foral de Santa Sancha – o Documento e a Alenquer Medieval, António Rodrigues Guapo, com “A Beata Sancha em Portugal”, e Pedro Pinto, com “Inventariar para Preservar – da Importância de se chamar Arquivo”.
A Alameda Rainha D. Sancha mereceu todas as atenções nos momentos seguintes. A iniciativa da Junta de Freguesia de Santo Estêvão levou até junto do castelo de Alenquer os autarcas e munícipes que assistiram ao colóquio. Paulo Matias, presidente da junta, descerrou a placa.
Algumas horas mais tarde, a concorrida ceia medieval da Liga dos Amigos de Alenquer teve o efeito de cápsula do tempo. No salão da coletividade foram dispostas três grandes mesas e bancos corridos, um palanque para D. Sancha. Com pratos e copos de barro, talheres de madeira e uma decoração em tons de vermelho e amarelo, a sala acolheu toda a corte, que chegou em desfile. Com a interpretação dos elementos da Trupe de Teatro Os 4 e o Burro a dar o mote e os sons medievais do grupo Jogralesca, o serão passou-se à luz das velas e com uma ementa de porco assado no espeto, migas, pão e vinho. |
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