26 de Setembro de 2017
Pesquisar
Alertas SMS
Subscreva o serviço gratuito
A minha rua
Bandeira e armas
Versões pelos séculos
    Do século XIII data a mais antiga versão das armas de Alenquer que conhecemos. Surge num selo do concelho, destinado à autenticação de um documento datado de 1232. Tem como elemento central uma árvore que, segundo José Mattoso, pretende provavelmente significar a organicidade do concelho.
    
    Ainda no mesmo século, também num selo pendente de um documento notarial em pergaminho, datado de 1270, nos aparece uma outra versão do emblema autárquico: Apresenta-se com um castelo de duas torres saindo de um pé-de-água formado por duas faixas de ondas, ostentando, entre as torres, um escudo de tipo peninsular com as armas de Portugal de então.
    
    No século XVI, reinado de D. Sebastião, mantêm-se o castelo de duas torres e as armas de Portugal na heráldica do concelho. Mas as duas faixas de ondas, verdadeiro distintivo, estão já substituídas por um cão. Esta é a versão que nos aparece no padrão que assinala a construção da ponte do Espírito Santo, de 1571.
    
    Na obra de Inácio de Vilhena Barbosa, As cidades e vilas da Monarchia Portugueza que teem brazão d’armas, publicada em 1860, a descrição das armas de Alenquer é “em campo de prata um cão pardo preso a uma árvore com um grilhão de ouro”, ou seja, o castelo é substituído por uma árvore.
    
    Em finais do século XIX, vulgariza-se uma versão que há de durar até à ordenação das armas atuais: um cão guardando o castelo (de uma torre), mais uma vez, e que é a que se vê esculpida ou moldada repetidas vezes no edifício dos Paços do Concelho, construído entre 1887 e 1890.
    
    Armas atuais, bandeira e selo, têm a seguinte ordenação, definitivamente aprovada em 1936: de ouro com um castelo de azul aberto e iluminado do campo. Em contrachefe, um cão de negro, deitado, tendo a mão direita sobre a esquerda. Orla de catorze rosas naturais vermelhas, folhadas de verde. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres “Vila de Alenquer” a negro.
    
    O ouro do campo significa nobreza, fidelidade, constância, poder e liberalidade; o castelo, que representa a força, é de azul, significando este esmalte zelo, caridade e lealdade; o cão, que representa a fidelidade, a amizade e a bondade, é de negro, significando este metal firmeza, obediência, honestidade e cortezia; as rosas, que representam a caridade e a pureza, são de vermelho, porque este esmalte significa vitórias, vida e alegria, e o verde do folhado, esperança e fé. 
    
    A bandeira é de azul, cordões e borlas de ouro e azul, haste e lança douradas.
    
    O selo é circular, tendo ao centro as peças das armas e em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres “Câmara Municipal de Alenquer”.
2006 - 2017 © Câmara Municipal de Alenquer - Todos os Direitos Reservados

Projecto Co-Financiado  Promotor  Desenvolvimento
Acessibilidade [Alt + D seguido de ENTER] D  POS_Conhecimento
FEDER União Europeia
FEDER
Associação de Municípios do Oeste Makewise - Engenharia de Sistemas de Informação