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| Francisco Dias |
| (n. e f.): (n. Merceana, 1538 – Rio de Janeiro, Brasil, 1633) | | Ocupação: Pedreiro, arquiteto, carpinteiro e piloto | | Percurso de vida: Foi mestre de obras da igreja de S. Roque, em Lisboa, e autor da planta do colégio da ilha Terceira. No Brasil, foi autor de plantas de colégios e igrejas na Baía, Olinda, Rio de Janeiro e Santos, e inspetor-geral das obras dos colégios. Como piloto nunca sofreu um naufrágio. |
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| Francisco Ribeiro de Lima |
| (n. e f.): (n. 1690) | | Ocupação: Clérigo | | Percurso de vida: Clérigo regular de S. Caetano, deixou publicados vários sermões. |
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| Frei Francisco das Chagas |
| (n. e f.): (n. Alenquer – f. 1594) | | Ocupação: Missionário | | Percurso de vida: Missionário franciscano, martirizado em Ceilão. É comemorado no Martirológio do Padre Arturo em 25 de setembro. |
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| Frei Pedro da Carnota |
| (n. e f.): (n. Alenquer, - f. 1671) | | Ocupação: Religioso franciscano |
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| Gabriel da Costa Mesquita |
| (n. e f.): (n. Alenquer) | | Ocupação: Lente em Leis |
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| Hipólito de Almeida da Costa Cabaço |
 | (n. e f.): (n. Paiol, Aldeia Galega da Merceana, 1885 – f. Quinta da Boa Água, Carregado, 1970) | | Ocupação: Arqueólogo | | Percurso de vida: Filho de um lavrador e comerciante fixa-se em França em 1901, com o objetivo de se especializar no tratamento e fabrico de vinhos. É nos museus franceses que desperta para a arqueologia e, sobretudo, para o material do período Paleolítico. Regressado a Portugal em 1903, desde logo inicia, com os primeiros achados, “a mais extensa e coerente obra de prospeção e exploração dentro dos domínios da Pré-história, realizada na primeira metade do século XX, sobretudo nesse setor ingrato, difícil e controverso que é o paleolítico”. Palavras de Maria Amélia Horta Pereira, que define Hipólito Cabaço como “pioneiro heroico e gigantesco” da arqueologia portuguesa. Para além do Paleolítico, Cabaço localizou estações dos períodos Mesolítico, Eneolítico, Bronze, Ferro, Romano, Medieval e ainda de Paleontologia e Antropologia, nos concelhos de Alenquer, Salvaterra de Magos, Azambuja, Peniche, Caldas da Rainha, Santarém, Abrantes, Elvas, Cadaval e outros, de onde recolheu milhares de peças que vieram dar origem ao atual Museu Municipal Hipólito Cabaço. |
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