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| Figuras insignes |
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| Naturais do concelho ou com este relacionadas |
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| Damião de Góis |
| (n. e f.): (n. Alenquer, 1502 – f. Alenquer ?, 1574) | | Ocupação: Secretário, guarda-mor, cronista, embaixador e músico | | Percurso de vida: Secretário na feitoria de Anvers (1523); visita, em missão oficial, o Báltico, Danzigue, Lituânia, Poznan, demorando-se na corte de Cracóvia (1529). Guarda-mor da Torre do Tombo, cronista, embaixador, músico. Amigo de Erasmo, Melancthon e Lutero, entre outras figuras. Autor da crónica de D. Manuel e outras obras. Perseguido pela Inquisição. |
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| Diogo Calvo |
| Ocupação: Comandante | | Percurso de vida: Comandante de uma das 16 naus da frota capitaneada por Jorge de Albuquerque e pertencente a D. Nuno Manuel, com destino à China (1519). |
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| Domingos de Araújo |
| (n. e f.): (n. Alenquer) | | Ocupação: Escritor | | Percurso de vida: Bacharel em Cânones pela Universidade de Coimbra. Autor de uma gramática latina publicada em 1627, acrescentada e reformada por António Félix Mendes em 1737. Escreveu ainda: Prognóstico geral da vida e costumes do Excelentíssimo Senhor Duque de Barcelos feito em Évora a 2 de abril de 1634, manuscrito; Anacephaloesis introductionis in praxim artificialis memoriae, manuscrito. |
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| Duarte Correia |
| (n. e f.): (n. Alenquer – f. Nagasaki, Japão, 1639) | | Ocupação: Viajante | | Percurso de vida: Viajante. Passou a Macau, onde se dedicou ao comércio e casou. Daí partiu para o Japão, onde foi preso, em Nagasaqui, sendo martirizado e morto, a fogo lento. Deixou um manuscrito, Relação do alevantamento de Ximabara, e do seu notável cêrco, e de várias mortes de nossos portugueses pela fé; com outra relação da jornada que Francisco de Sousa da Costa fêz a Achém, em que também se apontam várias mortes de portugueses naturais desta cidade, etc., editado postumamente em Lisboa, em 1643. |
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| Francisco Correia do Amaral Castelo Branco |
| (n. e f.): (n. Alenquer, 1683 – f. depois de 1738) | | Ocupação: Médico-cirurgião militar | | Percurso de vida: Filho de Nicolau Correia Lopes de Azambuja e de D. Antónia de Almeida Castelo Branco. Fez parte do exército enviado a Espanha em auxílio de Carlos III, onde se tornou afamado pelas curas que praticou. Escreveu: Apologia e discernida aplicação ... da aguardente na cirurgia, etc., Lisboa, 1718; Notícia de um caso raro e extraordinário, etc.; Observação apolínea cirúrgica de um caso raro e extraordinário, etc., Lisboa, 1738. |
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| Francisco de Sousa de Almada |
| (n. e f.): (n. Aldeia Gavinha, 1676 – f. depois de 1759) | | Ocupação: Escritor | | Percurso de vida: Frequentou a Universidade de Coimbra e escreveu: Ramalhete apolíneo de várias flores, em nove assuntos, descobertos no nascimento do sereníssimo príncipe o Senhor D. José, Lisboa, 1714; Relação do certame poético-eucarístico que celebraram os Académicos Aplicados, etc., Lisboa, 1724; Suspiros na perda, e alívios na saudade que exprime a alma pelos atos de suas três potências, na morte da sereníssima infanta D. Francisca, Lisboa, 1736; Thalia sacra, ou dramas sacros, etc., Lisboa, 1740 (o primeiro dos quatro dramas é escrito em português e os restantes em castelhano); Discurso problemático, joco-sério, sobre qual é mais poderosa para atrair o coração humano, se a música, se a eloquência, Lisboa, 1736 (com o pseudónio de Afonso Gil da Fonseca); Crítica moral contra os vícios em comum, 2 volumes, Lisboa, 1736 e 1737 (com o pseudónimo de Franco de Assiz de Amado e Luca). |
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